O mercado de trabalho exige muito mais do que formação acadêmica e experiência profissional, já que o mundo corporativo está repleto de qualificações semelhantes buscando a mesma vaga. Mas um grande diferencial para quem está ingressando no mercado é a vasta rede de contatos, mais conhecida como networking.

Essa prática pode ser explicada de maneira simples como a troca de experiências e de conhecimentos com pessoas de diferentes áreas, tudo isso no intuito de criar vínculos e gerar oportunidades para o próprio negócio. Manter uma rede de contatos ajuda a agregar valores específicos ao serviço para que seja possível otimizar os resultados em parceria com outras pessoas, criar soluções inovadoras ou ter os famosos insights. É um papel fundamental no enriquecimento curricular, na promoção pessoal e visibilidade no mercado de trabalho.

Para criar e manter um networking é fundamental participar de encontros estratégicos como reuniões, feiras, conferências e palestras com profissionais da área de interesse. Além disso, eventos culturais, esportivos, escritórios de coworking e outros estabelecimentos que proporcionem a construção de novas relações, também são muito úteis no processo. Mas claro, o profissional precisa se mostrar acessível e disponível a qualquer momento. Só não se pode esquecer que é preciso seguir algumas regras de bom senso e não sair adicionando todo mundo nas redes sociais ou perturbando profissionais em horas indevidas.

Dito isso, é necessário entender que investir na construção de um bom networking não significa burlar processos seletivos ou estabelecer relações baseadas no interesse. É importante ressaltar que essa rede de contatos é uma via de mão dupla e precisa haver a troca de informações, conhecimentos e indicações de maneira bastante natural e mútua, que traz benefícios a todos.

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